Debate: Artigo do Governo Municipal
Blá! blá! blá! Falar o que não sabe e o que não quer ver É como diz a campanha “o diferente é ser diferente”. E ser diferente é não conseguir enxergar o que se vê, ser indiferente as coisas que acontecem a sua volta e pior ainda, não reconhecer o que é feito para a maioria.
Temos pessoas que quando não tem mais assunto voltam-se para o tema do momento: “Segurança”. Foi o que, infelizmente, lemos na edição da última terça-feira. Escrever o que não sabe ou não se domina é erro na certa. Os índices de violência divulgados pela Secretaria de Segurança do Estado revelam claramente que o fenômeno da criminalidade atingiu todas as cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC).
Só não vê quem não quer: na RMC Indaiatuba se coloca por número de habitantes como a 8ª em homicídios; 11ª em furtos; a 7ª em roubos e a 9ª em furtos e roubos de veículos. Assim sendo, dobrou o número de homicídios, diminuiu-se 20,7% os furtos, aumentou em 13,5% os roubos e diminuiu-se em 21,2% os furtos e roubos de veículos. Homicídios são imprevisíveis, podem ser passionais, acerto de contas (foi a maioria), etc., não há como prever. Índices que resultam de rondas, estratégias, inteligência e outras ações das forças de segurança. Lembrando quanto aos dois latrocínios, um já foi esclarecido e o marginal preso.
A falta de estrutura da Policia Civil passou a ser histórica. Entretanto todos indicam culpados, mas o reverso da moeda é outro, há pilhas de ofícios, projetos, indicações, audiências, pedidos e mais pedidos, idas e vindas com intervenções diretas do prefeito e do deputado, mas as respostas da autoridade policial centralizadora é sempre a mesma: assim que novos policiais se formarem vamos enviar, coisa que raramente acontece. Como resultado dessas negociações o Presídio Feminino foi desativado.
Agora escrever que o aumento da violência coincide com o aumento do custo de vida é uma grande bobagem, o distanciamento social também é histórico e deveria partir do Governo Federal a reaproximação, por que não o fazem? Não fazem porque alguns bilhões somem nos ralos do poder com Mensalão, Sanguessugas (ambulâncias), Correios, Oportunity, contas publicitárias, cartões corporativos, fraudes no Bolsa Família, Petrobrás, concessões aos apadrinhados (filho principalmente) e mais recentemente os atos secretos do Senado Federal, entre outras mazelas que resultaram em outros muitos milhões.
Benfeitorias em nossa cidade são constantes quer o Parque Temático (com verba federal), quer as obras antienchente, construção de quatro novas creches, recapeamento em várias ruas e avenidas, pavimentação Jd. Morumbi, redes de água e esgoto, escolas no Tombadouro, no Pimenta, no Monte Verde, reforma do Randolfo, grêmio da guarda, Parque dos Lagos, Estação de Tratamento de Esgotos, entre outras obras, além das ações para controle da crise, projetos protocolados nas secretarias estaduais e em Brasília. Em apenas sete meses de governo já foram inauguradas 12 obras e outras 11 obras estão em andamento.
Também escrever o que não sabe ou não quer saber passa a ser uma informação meramente opinativa e distorcida, falar que o orçamento é de 500 milhões é uma temeridade, pois há de se separar: somente o da prefeitura é previsto em 315 milhões.
Com certeza temos sim que fazer uma reflexão: entre manifestações emocionais deslocadas, tendências fisiológicas antagônicas, ou mesmo uma atitude perversa e destrutiva e tam-bém do quanto pior melhor, é o que alguns pregam. Esta Administração Municipal tem modelo administrativo racional, otimizador e austero com a coisa pública, com objetivos públicos compatíveis, além de soluções conjunturais para a maioria.
Para a oposição, atirar pedras parece ser uma diretriz ideológica engajada, infelizmente só fazem isso, cabe ao governo (em qualquer esfera) mas o nosso é municipal, ponderar concretamente a situação real. Odair Gonçalves de Oliveira Secretário Municipal de Governo Publicado no Jornal Tribuna de Indaiá desta terça-feira 18 de Agosto
Escrito por Janio Ribeiro às 17h10
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